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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Cientistas famosos que acreditavam em Deus

“A sabedoria de Deus sobre tudo, é tudo o que a ciência sonha saber algum dia. Portanto, buscar suas respostas na ciência é em vão. Busque-as em Deus e suas respostas virão mais rápidas e serão mais precisas.” df´
Não creio que o homem tenha vindo para esse mundo só para comprar um carro e uma casa.
A Excelência da Palavra de Deus
O vocábulo “excelência” expressa aquilo que está em primeiro lugar, o que tem a primazia, o que a tudo supera. A palavra pronunciada por Deus, sempre se coloca numa posição superior a todas e demais palavras. A razão é óbvia, quem pode proferir palavras com maior sabedoria e autoridade do que aquele que criou o universo e tudo o que nele se encontra? A Bíblia é a Palavra de Deus dirigida aos homens.
Seria uma grande irresponsabilidade dEle nos colocar nesse mundo cruel sem ao menos um “Manual de Instruções”. Você não acha? Um liquidificador tem um manual de instruções. Porque nós, perfeita criação Divina não teríamos um também? Eu encontrei o meu Manual na Bíblia. Nela temos todas as respostas que precisamos para viver e vencer nossos gigantes.
Quando ilustro biblicamente as coisas sobre as quais escrevo em meus textos e palestras, tenho a esperança de que as pessoas entendam e aceitem a Bíblia como a autoridade final para todas as regras da vida humana.
Quando digo que a Bíblia é autoridade final em todas as matérias da vida humana, não estou a confinando às regras religiosas. Apenas quero dizer, sem apologia, que realmente creio que Ela é capaz de corrigir qualquer doutor, professor, advogado, cirurgião, cientista, físico, ou matemático que já tenha existido ou que ainda venha existir.
Julgamos os esportes pela Bíblia. Julgamos a arte pela Bíblia. Julgamos a música pela Bíblia. Julgamos as pessoas pela Bíblia. Para certificarmos dessa verdade, basta olhar as leis do nosso país e tantos outros países afora. Não matar, não roubar, não se prostituir, não para isso, não para aquilo, todas as leis de um país partem a princípio desse Manual (Bíblia), até mesmo países não Cristãos.
A verdade é que costumamos ficar apenas com as informações que os cientistas nos passam, a partir delas, quer estejam certas, ou erradas, montamos todo o nosso cenário de vida, criamos nossas certezas em torno delas e vivemos debaixo dessas convicções a vida toda. Mas, quem de fato pode afirmar, com toda a certeza, que essas informações estão certas? Bom! Se elas estiverem certas. UFA! Que bom não é mesmo? Mas, e se elas estivem erradas? O que será de nós?
Para mim a Bíblia é a autoridade final em todos os assuntos relacionados a vida humana. Coisas básicas da ciência encontramos nEla. Por exemplo: Isaías mencionou há 700 anos antes de Cristo, dizendo que a terra era redonda? Isso está no Manual antes mesmo dos bisavós Copérnico e Galileu ter nascido.
Veja isso: “Acaso não sabeis? Acaso não ouvis? Não se vos tem sido notificado desde o princípio? Não tendes entendido desde as fundações da terra? É ele o que está sentado sobre a redondeza da terra, cujos habitantes são como gafanhotos; é ele o que estende os céus como uma cortina, e os desenrola como uma tenda para neles habitar;” [Manual do ser humano, Isaías 40, versículos 21 e 22, ênfases adicionadas]

Cientistas famosos que acreditavam na Bíblia…

1. Nicolau Copérnico (1473-1543)
Copérnico foi o astrônomo polonês que propôs o primeiro sistema de planetas matematicamente baseado ao redor do sol. Ele lecionou em várias universidades europeias, e tornou-se um cônego da igreja Católica em 1497. Seu novo sistema foi apresentado realmente pela primeira vez nos jardins do Vaticano, em 1533, ao Papa Clemente VII, que o aprovou, e Copérnico foi encorajado a publicá-lo sem demoras. Copérnico nunca esteve sob qualquer ameaça de perseguição religiosa – e ele foi encorajado a publicar a sua obra tanto pelo Bispo Católico Guise, como também pelo Cardeal Schonberg e pelo Professor Protestante George Rheticus. Copérnico se referia às vezes a Deus em suas obras, e não via seu sistema em conflito com a Bíblia.
2. Johannes Kepler (1571-1630)
Kepler foi um brilhante matemático e astrônomo. Ele primeiramente trabalhou com a luz, e estabeleceu as leis do movimento planetário em torno do sol. Ele também chegou perto de atingir o conceito Newtoniano da gravidade universal – bem antes de Newton nascer. Sua introdução da ideia de força na astronomia, a mudou radicalmente numa direção moderna. Kepler era um luterano extremamente sincero e piedoso, cujas obras sobre a astronomia continham escritos sobre como o espaço e os corpos celestiais representam a Trindade. Kleper não sofreu perseguição por causa de sua aberta confissão de um sistema heliocêntrico, e, deveras, foi lhe permitido, mesmo sendo um protestante, permanecer na Universidade Católica de Graz como um professor (1595-1600), quando outros protestantes tinham sido expulsos.
3. Galileu Galilei (1564-1642)
Galileu é frequentemente lembrado por seu conflito com a Igreja Católica Romana. Sua obra controversa sobre o sistema solar foi publicada em 1663. Ela não tinha provas de um sistema solar heliocêntrico (as descobertas do telescópio de Galileu não indicavam uma terra em movimento), e sua única “prova”, baseada sobre as marés, era inválida. Ela ignorou as órbitas elípticas corretas dos planetas, publicadas há vinte e cinco anos atrás, por Kepler. Visto que sua obra acabou colocando o argumento favorito do Papa na boca do tolo no diálogo, o Papa (um velho amigo de Galileu) ficou muito ofendido. Após o “teste” e, tendo sido proibido de ensinar o sistema heliocêntrico, Galileu fez sua obra teórica mais útil, que foi sobre dinâmica. Galileu disse expressamente que a Bíblia não podia errar, ele viu seu sistema relacionado ao assunto de como a Bíblia deve ser interpretada.
4. René Descartes (1596-1650)
Descartes foi um matemático, cientista e filósofo francês, que tem sido chamado o pai da filosofia moderna. Seus estudos escolares fizeram com que ele ficasse insatisfeito com a filosofia precedente: Ele tinha uma profunda fé religiosa como um Católico, que ele reteve até o dia de sua morte, junto com desejo resoluto e apaixonado de descobrir a verdade. Aos 24 anos de idade teve um sonho, e sentiu o chamado vocacional para buscar trazer o conhecimento num único sistema de pensamento. Seu sistema começou perguntando o que se pode ser conhecido, se tudo mais for duvidoso – sugerindo o famoso “Penso, logo existo”. Realmente, é frequentemente esquecido que o próximo passo para Descartes foi estabelecer a mais próxima certeza da existência de Deus – porque somente se Deus existe e não queira que sejamos enganados pelas nossas experiências, podemos confiar em nossos sentidos e processos lógicos de pensamento. Deus é, portanto, central em toda a sua filosofia. O que ele realmente queria, era ver sua filosofia adotada como padrão do ensino Católico. René Descartes e Francis Bacon (1561-1626) são geralmente considerados como as figuras-chave no desenvolvimento da metodologia científica. Ambos tinham sistemas nos quais Deus era importante, e ambos pareciam mais devotos do que o normal para a sua era.
5. Isaac Newton (1642-1727)
Na ótica, mecânica e matemática, Newton foi uma figura de gênio e inovação indisputável. Em toda sua ciência (incluindo a química), ele viu a matemática e os números como centrais. O que é menos conhecido é que ele foi devotamente religioso e via os números como envolvidos no entendimento do plano de Deus, na Bíblia, para a história. Ele produziu uma grande quantia de trabalho sobre numerologia bíblica, e, embora alguns aspectos de suas crenças não fossem ortodoxos, ele estimava a teologia como muito importante. Em seu sistema de física, Deus é essencial para a natureza e a perfeição do espaço. Em principal ele declarou: “Este magnífico sistema do sol, planetas e cometas, poderia proceder somente do conselho e domínio de um Ser inteligente e poderoso. E, se as estrelas fixas são os centros de outros sistemas similares, estes, sendo formados pelo mesmo conselho sábio, devem estar todos sujeitos ao domínio de Alguém; especialmente visto que a luz das estrelas fixas é da mesma natureza que a luz do sol e que a luz passa de cada sistema para todos os outros sistemas: e para que os sistemas das estrelas fixas não caiam, devido à sua gravidade, uns sobre os outros, Ele colocou esses sistemas a imensas distâncias entre si”.
6. Robert Boyle (1791-1867)
Um dos fundadores e um dos primeiros membro-chave da Sociedade Real, Boyle deu seu nome à “Lei de Boyle” para os gases, e também escreveu uma obra importante sobre química. A Enciclopédia Britânica diz dele: “Por sua vontade ele doou uma série de leituras, ou sermões, que continuam, para defender a religião Cristã contra os infiéis notórios. Como um Protestante devoto, Boyle teve um interesse especial na promoção da religião Cristã no exterior, dando dinheiro para traduzir e publicar o Novo Testamento para o irlandês e turco. Em 1690, ele desenvolveu suas visões teológicas no The Christian Virtuoso (O Cristão Virtuoso), que ele escreveu para mostrar que o estudo da natureza era um dever religioso central”. Boyle escreveu contra os ateus em seus dias (a noção de que o ateísmo é uma invenção moderna é um mito), e foi claramente um Cristão muito mais devoto do que a maioria em sua época.
7. Michael Faraday (1791-1867)
O filho de um ferreiro que se tornou um dos maiores cientistas do século XIX. Sua obra sobre a eletricidade e magnetismo não somente revolucionou a física, mas conduziu à muitas coisas que fazem parte do nosso estilo de vida hoje, as quais dependem dela (incluindo computadores, linhas de telefone e web sites). Faraday foi um Cristão devoto, membro do Sandemanianismo [Nota do tradutor: seita cristã fundada em aproximadamente 1730, na Escócia, por John Glas (1695-1773), um ministro presbiteriano da Igreja da Escócia, acompanhado de seu genro, Robert Sanderman, de quem é derivado o nome da seita], o que significativamente o influenciou e fortemente afetou a maneira na qual ele se aproximou e interpretou a natureza. Os Sandemanianos se originaram dos presbiterianos que rejeitaram a ideia de igrejas estatais, e tentaram voltar ao tipo de Cristianismo do Novo Testamento.
8. Gregor Mendel (1822-1884)
Mendel foi o primeiro a lançar os fundamentos matemáticos da genética, o qual veio a ser chamado “Mendelianismo”. Ele começou sua pesquisa em 1856 (três anos antes de Darwin publicou sua Origens das Espécies) no jardim do Monastério no qual ele era um monge. Mendel foi eleito Abade de seu Monastério em 1868. Sua obra permaneceu comparativamente desconhecida até a virada do século, quando uma nova geração de botânicos começaram a achar resultados similares e a “redescobri-lo” (embora suas ideias não fossem idênticas às suas). Um ponto interessante é que 1860 foi a década da formação do X-Clube, dedicado à diminuição das influências religiosas e propagação de uma imagem de “conflito” entre ciência e religião. Um simpatizante foi Francis Galton, primo de Darwin, cujo interesse científico estava na genética (um proponente da eugenia – aperfeiçoamento da raça humana para “melhorar” o estoque). Ele estava escrevendo sobre como a “mente sacerdotal” não era propícia à ciência, enquanto que, quase ao mesmo tempo, um monge australiano estava dando um santo inovador na genética. A redescoberta da obra de Mendel veio tarde demais para afetar a contribuição de Galton.
9. Kelvin (William Thompson) (1824-1907)
Kelvin foi o primeiro dentre um pequeno grupo de cientistas britânicos que ajudaram a lançar os fundamentos da física moderna. Sua obra cobriu várias áreas da física, e é dito ele ter mais cartas com o seu nome do que qualquer outra pessoa na Comunidade Britânica, visto que ele recebeu numerosos graus de honorários das Universidades Europeias, que reconheceram o valor de sua obra. Ele foi um Cristão muito comprometido, certamente mais religioso que a maioria de sua época. Interessantemente, seus companheiros físicos, George Gabriel Stokes (1819-1903) e James Clerk Maxwell (1831-1879), foram também homens de profundo comprometimento Cristão, numa era quando muitos eram Cristãos nominais e apáticos, ou simplesmente anticristãos. A Enciclopédia Britânica diz: “Maxwell é considerado por muitos dos físicos modernos como o cientista do século XIX que teve a maior influência sobre os físicos do século XX; ele é posto ao lado de Sir Isaac Newton e Albert Einstein, por causa da natureza fundamental de suas contribuições”. Lord Kelvin foi um criacionista da Terra antiga, que estimava a idade da Terra como sendo algo entre 20 milhões e 100 milhões de anos, com um limite máximo de 500 milhões, baseado nas taxas refrescantes.
10. Max Planck (1858-1947)
Planck fez muitas contribuições para a física, mas é mais conhecido pela teoria quantum, a qual tem revolucionado nosso entendimento dos mundos atômicos e subatômicos. Em sua palestra “Religião e Ciência Natural”, Planck expressou a visão de que Deus está presente em todos os lugares, e sustentou que “a santidade da Deidade inteligível é transmitida pela santidade de símbolos”. Os ateus, ele pensava, dão muita atenção ao que são meramente símbolos. Planck foi um representante da igreja de 1920 até a sua morte, e cria num Deus todo-poderoso, onisciente e beneficente (embora não necessariamente um Deus pessoal). Tanto a ciência como a religião travaram uma “incansável batalha contra o ceticismo e dogmatismo, contra a incredulidade e a superstição”, com o objetivo “direcionado para Deus!”
11. Albert Einstein (1879-1955)
Einstein é provavelmente o cientista mais conhecido e mais altamente reverenciado do século XX, e está associado com as maiores revoluções em nosso pensamento sobre tempo, gravidade e a conversão de matéria em energia (E=mc2). Embora nunca tenha chegado a crer num Deus pessoal, ele reconheceu a impossibilidade de um universo não-criado. A Enciclopédia Britânica diz dele: Firmemente negando o ateísmo, Einstein expressou uma crença no “Deus de Espinoza, que se revela na harmonia do que existe”. Isto realmente motivou seu interesse na ciência, como ele certa vez afirmou a um jovem físico: “Eu não sei como Deus criou este mundo, eu não estou interessado neste ou naquele fenômeno, no espectro deste ou daquele elemento. Eu quero conhecer os Seus pensamentos, o resto são detalhes”. O famoso epíteto de Einstein sobre o “princípio da incerteza” era que “Deus não joga dados” – e para ele esta foi uma real declaração sobre um Deus em quem ele cria. Uma das suas afirmações famosas: “Ciência sem religião é coxa, religião sem ciência é cega”.
O fato é que existem muitas outras respostas sobre o ser humano e o universo nos esperando no Manual do ser humano, basta procurar lê-lo com atenção e descobriremos que Ele tem muito mais a nos ensinar do que o “National Geographic”.

Doutor Fé


Fonte: Artigos Gospel

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