sábado, 2 de junho de 2012

Com um bilhão de viajantes, turismo será paliativo para a crise


O mundo encerrará o ano de 2012 com mais de um bilhão de turistas, cifra histórica que mostra não só a força do setor, mas também o impulso que pode dar à economia em uma época de crise, afirmaram autoridades e empresários do setor, reunidos no México.

"Não se trata apenas de um aumento no número de turistas, mas do que isto significa para a criação de empregos, investimentos, desenvolvimento e impulso da economia", afirmou o jordaniano Taleb Rifai, secretário-geral da Organização Mundial do Turismo (OMT), durante reunião de ministros do G20 com empresários do setor em Playa del Carmen (leste do México).

Segundo números da OIT, uma série de medidas simples, como redução nos trâmites para concessão de vistos, políticas de céus abertos e simplificação da multiplicidade de impostos que oneram o setor, gerariam 5,1 milhões de novos empregos e 112 milhões de novos turistas só nos países do G20, bloco integrado pelas maiores economias do planeta.

"Não é preciso investir tanto dinheiro e a lógica é muito simples: muitos governos gastaram em promover seus destinos turísticos, mas gastam mais dinheiro ainda para evitar que as pessoas cruzem suas fronteiras", explicou Rifai.

A OMT e o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC, na sigla em inglês) consideram possível que o número de 1 bilhão de turistas internacionais ao ano, que pela primeira vez se superará este ano, se mantenha em ascensão, inclusive apesar da crise nas economias desenvolvidas, como as europeias.

"Estamos vendo o potencial dos mercados emergentes, como China, Brasil e Índia, que estão aportando uma quantidade importante de novos viajantes", afirmou David Scowsill, presidente do WTTC, que reúne os empresários do setor.

Os cálculos, otimistas, estimam, inclusive, que o número de turistas dobre nos próximos 20 anos.

"Nossa mensagem é clara para os governos: o turismo pode gerar potencialmente mais empregos do que muitos setores para os quais se dirigiram os apoios estatais recentemente", enfatizou Scowsill.

Segundo um estudo do WTTC, o setor turístico já gera mais empregos do que a produção de automóveis e os serviços financeiros, a química e inclusive a mineração.

Nos países da América Latina, os indicadores são particularmente significativos: no Brasil e no México, por exemplo, o emprego gerado pelo turismo dobra com relação aos setores industriais, como a produção de automóveis.

Ao mesmo tempo, a renda deixada pelos turistas superam em até quatro vezes o que é gerado pela exportação de veículos nos dois países, os maiores produtores da região.

Fonte: Folha.com

Novas descobertas arqueológicas sobre cidade onde Jesus nasceu


A primeira prova arqueológica da existência da cidade de "Belém" ( Beit Lechem ) Já durante o Primeiro Templo Durante a triagem das escavações arqueológicas da Autoridade de Antiguidades de Israel da cidade nas muralhas doParque Nacional da Cidade de Davi em Jerusalém revelaram o nome da cidade em hebraico antigo.

Estes são os primeiros artefatos antigos que é uma prova concreta da existência da cidade de Belém que é mencionado na Bíblia, e foi descoberto recentemente em Jerusalém.

Durante o projeto do Parque Nacional de Tzurim, que filtra as escavações arqueológicas realizadas por terra a Autoridade de Antiguidades sob o financiamento da organização David Elad em todos os lugares todo o tamanho de cerca de 1,5 cm. Bulla é um pedaço de argila, que assinava documentos ou objetos.

As Bullas ou Selos eram utilizadas para enviar documentos ou objetos e para manter sua integridade, era prova de que o documento ou objeto não foram abertos ou violados por alguém que não está autorizada a fazê-lo. Na bulla estão inscritas três linhas, em hebraico antigo:

בשבעת
בת לחם ( Beit Lechem - Belém )
[למל]ך

De acordo com Eli Shukron, diretor das escavações, "Parece que no sétimo ano do rei (não tenho certeza se este é Ezequias, Manassés, ou Joás), enviou de Belém a Jerusalém para entregar ao rei uma Bulla encontrada pertence a um grupo selos chamados de slos ficais - assinando as transferências administrativas dos selos, sendo transferidos o sistema de tributação do Reino de Judá, no final da oitava ou sétimo séculos AC. O imposto pode ter sido transmitida sob a forma de dinheiro, ou jarros de produtos agrícolas de vinho ou de trigo.

"Dr. Shukron enfatiza que," Este é o primeiro artefato onde o nome de Belém aparece fora da Bíblia, no período do Primeiro Templo e indica e comprova que Belém era de fato uma cidade judaica neste período, no reino da Judéia.

E talvez mesmo em tempos anteriores obviamente" Belém mencionada na Bíblia primeiramente como Efrata, Rachel morreu e foi sepultada neste local. Em Belém, os filhos de Judá, e entre eles o Boaz que se casou com Rute também viveram alí.

A importância de Belém cresceu nas escrituras apartir da unção de Davi como Rei de Israel descrita no livro de Samuel

Fonte: Cafetorah

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Cobrador baleado em assalto a ônibus afirma que foi salvo pela mão de Deus




No início da última semana o cobrador Adaílson Alves, 43 anos, foi vítima de um assalto no ônibus em que estava trabalhando. O ato de violência aconteceu por volta das 21h30, na Avenida Nossa Senhora da Concórdia, no bairro do Tremembé, zona norte de São Paulo.


Durante o assalto o motorista e o cobrador foram baleados. O motorista Marcelo Barbosa da Silva, 31 anos, morreu no hospital, e Alves sobreviveu, apenas com ferimentos na coxa, onde foi baleado. Emocionado, o cobrador disse em uma entrevista ao R7 que só conseguiu escapar com vida porque Deus colocou a mão em sua vida e o salvou. “Eu nasci de novo”, afirmou/

Alves contou que ninguém reagiu ao assalto, e contou como foi o momento em que foi baleado`no peito. “Quando eles desceram, eu pulei para socorrer o motorista, que já estava desmaiando. Foi na hora em que um deles atirou nas minhas costas e pegou na lateral do ônibus de fora para dentro, atingindo a minha coxa. Eu estava de pé para desligar o ônibus, que continuava andando. Atirou, tipo assim, brincando com a arma”, relatou.

O cobrador contou também que escapou de um ferimento mortal porque se levantou para ajudar o colega, que já estava baleado. “Foi Deus que pôs a mão quando levantei para ajudar o colega e a bala só pegou na minha coxa”, explicou Alves.

Leia na íntegra a entrevista do cobrador:

R7- Como foi a abordagem dos assaltantes. Havia passageiros na hora do roubo?

Adaílson Alves – Havia cinco ou seis passageiros dentro do ônibus.

R7 – Eram quantos assaltantes?

AA – Eram dois indivíduos, um deles armado. O outro não apareceu com arma. Não dá para notar as características deles, porque eles não deixaram a gente olhar. Foi muito rápido. Foi com uma rapidez fora de série e com uma agressão super elevada.

R7 – Quando os criminosos entraram no ônibus, eles já chegaram anunciando o assalto?

AA – Um entrou e foi direto na gaveta do meu caixa, já gritando de forma agressiva que era assalto e para que eu passasse tudo. O outro já estava com a arma virada para o condutor, já efetuando uns dois disparos imediatos para intimidar o motorista. Ele (motorista) estava com as duas mãos na cabeça e o ônibus andando. O outro fazendo a limpeza do caixa, gritando, me apavorando, de forma totalmente agressiva.

R7 – Vocês tentaram reagir?

AA – Em momento algum, alguém reagiu. Eu fiquei até sem ação nenhuma. O motorista ficou com as duas mãos na cabeça. Foi tudo muito rápido. Quando eles desceram, eu pulei para socorrer o motorista, que já estava desmaiando. Foi na hora em que um deles atirou nas minhas costas e pegou na lateral do ônibus de fora para dentro, atingindo a minha coxa. Eu estava de pé para desligar o ônibus, que continuava andando. Atirou, tipo assim, brincando com a arma.

R7 – Quanto tempo durou o assalto?

AA – No máximo, cinco, seis minutos.

R7 – E os passageiros? Como reagiram na hora?

Confira também
Motoristas de ônibus é incendiado

Caminhão invade casa e mata motorista
AA – Ficaram todos praticamente sem reação. Dois que estavam do lado que um deles passou atirando se jogaram no corredor do carro.Foi a hora em que eu corri para socorrer o motorista. O carro continuava andando. Eu desliguei o carro e tentei acalmá-lo. Eu conversava com ele, que me pedia socorro. Abri a blusa dele, fiz massagem no tórax dele e liguei para o 190, porque foi o telefone que veio na minha mente na hora. Ele morreu ali. A única coisa que ouvi dele foi o pedido de socorro. E ele ouviu que eu também havia sido baleado.

R7 – Você se lembra da última coisa que o Marcelo falou para você?

AA – Ele falou: “Cigano, chama o Samu para mim, me socorre, por favor, porque estou baleado. Eu pulei e tomei o tiro. Eu falei: “Também estou baleado, irmão”. Comecei a conversar com ele, mas ele já estava agonizando. Em questão de poucos minutos…
R7 – O que passou pela sua cabeça na hora?

AA – Passaram 1 milhão de coisas. Tamanha covardia. Por que tirar a vida de um cidadão, sem reação nenhuma, um pai de família, que está trabalhando? Ele estava fazendo a última viagem.

R7 – É verdade que os motoristas das linhas que atuam na região trabalham com insegurança?

AA – Está difícil. Sem querer condenar ou criticar, a gente não tem segurança nenhuma. É difícil demais. A gente está atendendo a sociedade e se sente um alvo, sem segurança. Tem colega desistindo de trabalhar.

R7 – E você? Pensa em voltar?

AA – Eu não consigo…[chora]. Eu não me vejo trabalhando…Eu não sei. Só Deus vai me dizer o que eu posso estar fazendo [sic]. É difícil. Eu nasci de novo. Foi Deus que pôs a mão quando levantei para ajudar o colega e a bala só pegou na minha coxa.

Fonte: Gospel+