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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Astrônomo cristão comenta descoberta de água em Marte

As recentes descobertas da astronomia, como a possível existência de água em Marte foram comentadas pelo astrônomo e diretor do Observatório do Vaticano, Guy Consolmagno. O cientista afirmou que a possibilidade mais concreta de encontrar vida fora do planeta Terra poderia dar aos cristãos, um novo olhar sobre Deus e Sua criação.
"O importante é reconhecer que o universo é criado por Deus e, no a forma como Ele fez isso nos diz algo sobre a Sua personalidade", disse Consolmagno, de acordo com a Rádio Vaticano.
"Se Deus escolheu criar um universo onde nós somos as únicas criaturas, isto é interessante e nos diz algo sobre Ele e sobre nós. Mas se Deus cria um universo no qual a vida está por toda parte, isto nos dá uma imagem diferente sobre Ele. Nós aprendemos mais sobre quem é o Criador", acrescentou.
A NASA informou no início desta semana que existem estrias escuras longas presumivelmente criadas por água líquida que estão correndo pelas crateras e paredes, durante os últimos meses, em Marte. A descoberta cria uma nova esperança para encontrar vida em Marte, uma vez que a água líquida é um elemento vital para a vida.
O robô conhecido como 'Rover Curiosity' havia encontrado anteriormente em Marte, evidências de lagos antigos e redes fluviais, mas a inclinação recém-descoberta sugerem que há água corrente, pelo menos durante parte do ano no planeta.
Consolmagno - que frequentemente comenta sobre a evolução da NASA e as perspectivas de vida alienígena - disse que poder descobrir a água fluindo em tempo real é algo emocionante.
"Você pode ver os vestígios dos rios em mudança ao longo de um ano em Marte. Então, nós não estamos falando de água que estava lá há muito tempo ou água que está congelada sob a superfície, mas a água líquida real na superfície", disse o astrônomo do Vaticano.
"É claro que o ar é tão fino que irá evaporar a água imediatamente, mas há bastante água lá, o tempo suficiente para mover coisas ao redor".
Consolmagno acrescentou que é difícil especular sobre a possibilidade de haver vida alienígena em outros lugares do universo, considerando que nada ainda foi oficialmente comprovado.
"Nós não temos nenhuma idéia se a vida é tão rara que não existe em nenhum outro lugar, ou tão comum que se desenvolve em todos os lugares e é por isso que temos de olhar para lugares que a vida poderia estar, para ver o quão rara ou comum ela realmente é", ele adicionou.

Reflexões
Figuras cristãos protestantes notáveis, ​​como o presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, Russell Moore, também falaram sobre a descoberta Marte.
"Talvez para muitos de nós, as imagens e descrições de ambientes, literalmente, a anos de distância da terra podem causar um pouco de ansiedade. O que realmente existe lá fora? Em que quantidade existe? Se a nossa pequena galáxia é apenas um ponto de pinos em um vasto universo, então por que nós pensamos que o que acontece a partir desta matéria rochosa microscópica é tão importante? Na varredura do espaço cósmico, por que a sua e a minha vida têm propósitos de forma geral?", escreveu Moore em um post de seu blog na terça-feira, intitulado "Marte e a majestade de Cristo".
Moore acrescenta que enquanto os cientistas não-cristãos tentaram responder a essas perguntas à sua própria maneira, o Evangelho é o que proporciona às pessoas o sentido real de tudo.
"O universo foi criado nos fazer sentir pequenos, situando-nos em reverência, silenciados. O Evangelho, porém, nos diz que temos um propósito e um significado, e não pela nossa força ou nosso poder, mas porque estamos nAquele que foi morto e agora está vivo para sempre, Aquele para quem cada galáxia - visível e invisível - foi feita como uma herança", ele escreveu.

Fonte: Guia-me

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Um pedacinho do Brasil em Jerusalém

Não fossem as placas em hebraico, e a bandeira de Israel na fachada, poderia se pensar que estamos em Teresopolis. Em meio ao silencio vez por outra quebrado por algum automovel que desliza lentamente pela estreita e pitoresca ruazinha, sinuosa e arborizada no bairro de Ramot, em meio as colinas de Jerusalem, meritorio projeto vem sendo desenvolvido já há alguns anos, visando proporcionar a jovens brasileiros de ambos os sexos uma vivencia em Israel, podendo variar de 3 semanas a 10 meses.
Trata-se da Midrasha Shaarei Bina e da Yeshiva Shaarei Daat. Fundada em 2005, a Midrashá Shaarei Biná é um centro de Educação Judaica dirigido especialmente para o público feminino brasileiro, voltado ao estudo da Torá e do cumprimento das Mitsvót. Originou-se em um grupo de estudos de meninas na sinagoga Beit Yaakov, em São Paulo. Com o crescimento da Shaarei Biná, e o aumento do interesse nos programas em Israel, foi fundada em 2008 a Yeshiva Shaarei Daat, direcionada a rapazes.
Diversas turmas totalizando mais de 2 mil alunos já passaram pelas 2 amplas casas de altos e baixos, Shaarei Biná e Shaarei Daat, que possuem todas as instalações necessarias para receber os grupos, desde alojamentos, cozinha e sala de refeições até biblioteca, salas de aula, sala de jogos e sinagoga, no aprazivel recanto onde as sombras projetadas pelo denso arvoredo ajudam a amenizar de dia o calor deste verão na Cidade Santa, e ao final da tarde com a brisa já mais fresca animem os passarinhos a sair de seus recantos em alegres revoadas.
Autenticos Centros de Educação Judaica, apresentam o judaísmo de uma forma dinâmica, alegre e atual, permitindo que que os jovens possam explorar seu potencial espiritual, transformando suas estadias em algo inesquecível, sinalizando um caminho para que suas vidas se preencham de sentido e realizações. Criar uma conexão entre os jovens, a história do povo e a Terra de Israel, permite levar as experiências vividas, as amizades feitas para além das casas da Shaarei Biná e Shaarei Daat, dando força para que os alunos continuem cumprindo o judaísmo, cada um em seu nível, onde quer que estejam. Com o passar do tempo, inumeros casais se formaram entre os frequentadores do projeto.
Escolhendo alguns morar nas proximidades, fortaleceram a presença brasileira na regiao, criando um pequeno polo onde se fala portugues e não falta a comida brasileira nos refeitórios, como no dia em que lá estivemos, quando foi servido strogonoff de frango, arroz e farofa! Naquela ocasião, um grupo de meninas paulistas havia chegado recentemente, incluindo tambem duas irmãs de Florianópolis. Os programas são voltados para a faixa etaria de 18 a 30 anos, abrangendo uma variada gama de atividades, como passeios por Israel, cruzeiros, seminários em paises europeus, cursos de idiomas, visitas a universidades e muitas outras.
As modalidades abrangem tambem estágios profissionais e apoio na inserção no mercado de traballho, serviços voluntarios na comunidade etiope e em hospitais, e ainda oferta de bolsas, Todos os programas oferecem em paralelo aulas dinamicas de judaismo. A instituição tambem edita livros em portugues sobre temas alusivos, para tanto utiizando recursos da Lei Rouanet, visando estimular autores brasileiros a divulgar a cultura judaica. Nesta breve visita foi possivel constatar a qualidade do trabalho realizado, pela dedicação de eminentes rabinos e professores, oferecendo aos jovens brasileiros excelentes oportunidades de aprendizado e desenvolvimento, algo que certamente podemos considerar como uma autência
Facebook: Shaarei Bina e Shaarei Daat
Jinternship.com/brasil
Midrasha Shaarei Bina
Mishol Hadkalim 29 – Ramot Beit
Jerusalem 9720727
shearim@shaareibina.com
experience@shaareibina.com.br


Fonte: Pletz

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Sinete com 3 mil anos encontrado por criança em Jerusalém

A arqueologia tem destas coisas. Muitas das descobertas mais importantes acontecem por um "mero acaso", nada previsto ou previsível.
Foi o que aconteceu quando o adolescente russo Matvei Tcepliaev fazia o seu reconhecimento turístico de Jerusalém e acabou por descobrir algo que muitos arqueólogos sonham descobrir: um raro sinete (carimbo) com 3 mil anos, ou seja, da época do Primeiro Templo de Jerusalém!
O sinete foi descoberto durante a execução do projeto ligado à busca do "lixo" que os muçulmanos lançaram fora quando fizeram obras no Monte do Templo sem a permissão das autoridades israelitas em finais dos anos 90. Há mais de uma década que este projeto se esforça por rebuscar todo o entulho lançado fora quando das escavações ilegais realizadas pelo "Muslim Waqf" no Monte do Templo.
O sinete agora descoberto deverá ter pertencido a uma personalidade importante que o utilizava para assinar documentos e cartas.
Para o rapaz, este foi um momento muito alegre e importante da sua vida. Enquanto passeava com a família por Jerusalém, o trabalho de pesquisa de objetos no meio do entulho chamou a atenção do rapaz, que logo começou a trabalhar no mesmo. Não demorou muito até dar com um pequeno objeto duro, que prontamente entregou ao responsável do projeto. "Ele disse-me que era muito antigo e que precisava ser analisado. Foi uma descoberta muito alegre" - confessou Matvei.
Para o diretor do projeto, que há dez anos tenta encontrar algo de valioso, este foi o dia de sorte: "Ao fim de dez ananos... i a primeira vez em que encontrei este tipo de sinete tão raro. Para mim foi como se tivesse encontrado um tesouro" - afirmou o arqueólogo Hillel.
Segundo o responsável pelo projeto, esta foi a primeira vez que se encontrou um artefato do tempo do Primeiro Templo de Jerusalém.

"O sinete tem um formato cónico, é feito de mármore castanho, e tem uma altura de 16 milímetros. Na sua base redonda de 14 milímetros tem gravadas as figuras de 2 animais, um por cima do outro, talvez um predador e a presa.
O sinete está perfurado para certamente poder ser pendurado com um fio. Não é fácil identificar de que animais se tratam.
Apesar de vários sinetes deste tipo terem sido encontrados em Israel, este é o primeiro que se descobriu em Jerusalém. Todos os sinetes descobertos datam do século 11º e 10º a.C., portanto da época dos jebuseus e da conquista da Cidade pelo rei David, da construção do Templo e do reinado do seu filho Salomão."

A ligação dos judeus à Cidade de Jerusalém tem pelo menos 3 mil anos. Esta descoberta e mais uma comprovação...


Fonte: Shalom Israel