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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Sinete com 3 mil anos encontrado por criança em Jerusalém

A arqueologia tem destas coisas. Muitas das descobertas mais importantes acontecem por um "mero acaso", nada previsto ou previsível.
Foi o que aconteceu quando o adolescente russo Matvei Tcepliaev fazia o seu reconhecimento turístico de Jerusalém e acabou por descobrir algo que muitos arqueólogos sonham descobrir: um raro sinete (carimbo) com 3 mil anos, ou seja, da época do Primeiro Templo de Jerusalém!
O sinete foi descoberto durante a execução do projeto ligado à busca do "lixo" que os muçulmanos lançaram fora quando fizeram obras no Monte do Templo sem a permissão das autoridades israelitas em finais dos anos 90. Há mais de uma década que este projeto se esforça por rebuscar todo o entulho lançado fora quando das escavações ilegais realizadas pelo "Muslim Waqf" no Monte do Templo.
O sinete agora descoberto deverá ter pertencido a uma personalidade importante que o utilizava para assinar documentos e cartas.
Para o rapaz, este foi um momento muito alegre e importante da sua vida. Enquanto passeava com a família por Jerusalém, o trabalho de pesquisa de objetos no meio do entulho chamou a atenção do rapaz, que logo começou a trabalhar no mesmo. Não demorou muito até dar com um pequeno objeto duro, que prontamente entregou ao responsável do projeto. "Ele disse-me que era muito antigo e que precisava ser analisado. Foi uma descoberta muito alegre" - confessou Matvei.
Para o diretor do projeto, que há dez anos tenta encontrar algo de valioso, este foi o dia de sorte: "Ao fim de dez ananos... i a primeira vez em que encontrei este tipo de sinete tão raro. Para mim foi como se tivesse encontrado um tesouro" - afirmou o arqueólogo Hillel.
Segundo o responsável pelo projeto, esta foi a primeira vez que se encontrou um artefato do tempo do Primeiro Templo de Jerusalém.

"O sinete tem um formato cónico, é feito de mármore castanho, e tem uma altura de 16 milímetros. Na sua base redonda de 14 milímetros tem gravadas as figuras de 2 animais, um por cima do outro, talvez um predador e a presa.
O sinete está perfurado para certamente poder ser pendurado com um fio. Não é fácil identificar de que animais se tratam.
Apesar de vários sinetes deste tipo terem sido encontrados em Israel, este é o primeiro que se descobriu em Jerusalém. Todos os sinetes descobertos datam do século 11º e 10º a.C., portanto da época dos jebuseus e da conquista da Cidade pelo rei David, da construção do Templo e do reinado do seu filho Salomão."

A ligação dos judeus à Cidade de Jerusalém tem pelo menos 3 mil anos. Esta descoberta e mais uma comprovação...


Fonte: Shalom Israel

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Mosaico de 1500 anos encontrado em Israel com imagens do Egito

O mosaico mostra imagens de ruas e edifícios no vizinho Egito, no que seria uma espécie de mapa antigo.
Arqueólogos israelenses descobriram no sul um mosaico único de 1.500 anos atrás, que serviu como piso de uma igreja bizantina e continha imagens do antigo Egito.
O estranho mosaico, descoberto há alguns meses, hoje foi revelado aos meios de comunicação pela Autoridade de Antiguidades de Israel, antes de sua abertura ao público na quinta-feira.
A inscrição grega que foi preservada ao longo de um dos edifícios indica que o lugar descrito na imagem é a ex-colônia de Chortaso, Egito, e onde, segundo a tradição cristã, foi enterrado o profeta Habacuque.
De acordo com ambos os arqueólogos, a reprodução de uma vista da cidade pode ser a origem da comunidade que se estabeleceu no que hoje é a cidade de Kiryat Gat, no sul de Israel e cerca de 70 quilômetros da fronteira atual entre os dois países.
O mosaico foi encontrado há dois anos em um parque industrial em construção e foi removido do local para restauração e voltou ao seu local original, onde será exposto.
Além dos edifícios de dois e três plantas dimensionais, com exposição minuciosa de varandas, galerias e telhado, outra parte do mosaico inclui frutas e animais.
O quadro é completado por uma paisagem que consiste em um barco do Nilo com uma vela içada.

Fonte: Unidos por Israel

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Alunos de escolas públicas são obrigados a recitar que "Alá é o único Deus" nos EUA

No início do ano, alunos das escolas públicas de Madison, capital de Wisconsin (EUA) tiveram que cumprir uma atividade que os levaram a "fingir que eram muçulmanos", enquanto alunos da Flórida foram instruídos a "recitar os Cinco Pilares do Islã como uma oração, fazer tapetes de oração islâmica e executar outras rituais muçulmanos".

Agora, os alunos do estado de Tennessee estão sendo atribuídos a escrever uma declaração afirmando que Alá é supremo e ler livros que narram doutrinas islâmicas e fatos em torno de suas crenças, segundo informou o Centro Americano para a Lei e a Justiça (ACLJ) nesta segunda-feira (14). Os pais desses alunos organizaram protestos contra este tipo de ensino, e uma petição já reuniu mais de 120 mil assinaturas voltadas à ACLJ.

No distrito escolar do condado de Maury, Brandee Porterfield, mãe de uma aluna da 7ª série, disse que sua filha "trazia material escolar para casa contendo informações sobre os Cinco Pilares do Islã". Por outro lado, a escola ignorava a seção do livro sobre o cristianismo.

Os funcionários da escola explicaram que o cristianismo não era parte das normas do Estado, por isso não foi coberto pela grade curricular.

"Eu tenho um grande problema com isso. De um ponto de vista histórico, isso é um monte de história dessas crianças estão desaparecidas ", disse Porterfield. "Além disso, para eles para passar três semanas sobre o Islã depois de ter pulado o cristianismo, parece ser a de que eles estão fazendo uma escolha sobre qual religião para discutir."

A ACLJ condenou o ato dessas escolas e o classificou como inconstitucional. "A doutrinação de estudantes com os preceitos de se converter ao Islã e forçá-los a recitar "Alá é o único Deus" não são temas sensíveis, é inconstitucional. Imagine o clamor da Fundação Livre de Religião (FFRF) e outras organizações ateístas se fosse distribuído um guia de estudos afirmando que "Jesus é o Filho de Deus", e as crianças fossem obrigadas a recitar a "oração do Senhor", disse a organização.

Jan Hanvey, uma supervisora de ensino médio para Maury County Public Schools, disse que o currículo cobre o assunto há décadas, e budismo e hinduísmo também são abordados. Ela acrescentou que o capítulo sobre o cristianismo não foi ignorado, mas sim adiado.

Agora, a ACLJ está tomando medidas. "É um princípio constitucional claro que a educação pública não pode doutrinar a mente dos jovens em uma religião. Os professores e as escolas podem ensinar o que diferentes tradições de fé acreditam e como isso tem afetado a história mundial e a geografia. Mas a escola não pode censurar o cristianismo e promover o Islã".


Fonte: Guia-me