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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Cobrador baleado em assalto a ônibus afirma que foi salvo pela mão de Deus




No início da última semana o cobrador Adaílson Alves, 43 anos, foi vítima de um assalto no ônibus em que estava trabalhando. O ato de violência aconteceu por volta das 21h30, na Avenida Nossa Senhora da Concórdia, no bairro do Tremembé, zona norte de São Paulo.


Durante o assalto o motorista e o cobrador foram baleados. O motorista Marcelo Barbosa da Silva, 31 anos, morreu no hospital, e Alves sobreviveu, apenas com ferimentos na coxa, onde foi baleado. Emocionado, o cobrador disse em uma entrevista ao R7 que só conseguiu escapar com vida porque Deus colocou a mão em sua vida e o salvou. “Eu nasci de novo”, afirmou/

Alves contou que ninguém reagiu ao assalto, e contou como foi o momento em que foi baleado`no peito. “Quando eles desceram, eu pulei para socorrer o motorista, que já estava desmaiando. Foi na hora em que um deles atirou nas minhas costas e pegou na lateral do ônibus de fora para dentro, atingindo a minha coxa. Eu estava de pé para desligar o ônibus, que continuava andando. Atirou, tipo assim, brincando com a arma”, relatou.

O cobrador contou também que escapou de um ferimento mortal porque se levantou para ajudar o colega, que já estava baleado. “Foi Deus que pôs a mão quando levantei para ajudar o colega e a bala só pegou na minha coxa”, explicou Alves.

Leia na íntegra a entrevista do cobrador:

R7- Como foi a abordagem dos assaltantes. Havia passageiros na hora do roubo?

Adaílson Alves – Havia cinco ou seis passageiros dentro do ônibus.

R7 – Eram quantos assaltantes?

AA – Eram dois indivíduos, um deles armado. O outro não apareceu com arma. Não dá para notar as características deles, porque eles não deixaram a gente olhar. Foi muito rápido. Foi com uma rapidez fora de série e com uma agressão super elevada.

R7 – Quando os criminosos entraram no ônibus, eles já chegaram anunciando o assalto?

AA – Um entrou e foi direto na gaveta do meu caixa, já gritando de forma agressiva que era assalto e para que eu passasse tudo. O outro já estava com a arma virada para o condutor, já efetuando uns dois disparos imediatos para intimidar o motorista. Ele (motorista) estava com as duas mãos na cabeça e o ônibus andando. O outro fazendo a limpeza do caixa, gritando, me apavorando, de forma totalmente agressiva.

R7 – Vocês tentaram reagir?

AA – Em momento algum, alguém reagiu. Eu fiquei até sem ação nenhuma. O motorista ficou com as duas mãos na cabeça. Foi tudo muito rápido. Quando eles desceram, eu pulei para socorrer o motorista, que já estava desmaiando. Foi na hora em que um deles atirou nas minhas costas e pegou na lateral do ônibus de fora para dentro, atingindo a minha coxa. Eu estava de pé para desligar o ônibus, que continuava andando. Atirou, tipo assim, brincando com a arma.

R7 – Quanto tempo durou o assalto?

AA – No máximo, cinco, seis minutos.

R7 – E os passageiros? Como reagiram na hora?

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AA – Ficaram todos praticamente sem reação. Dois que estavam do lado que um deles passou atirando se jogaram no corredor do carro.Foi a hora em que eu corri para socorrer o motorista. O carro continuava andando. Eu desliguei o carro e tentei acalmá-lo. Eu conversava com ele, que me pedia socorro. Abri a blusa dele, fiz massagem no tórax dele e liguei para o 190, porque foi o telefone que veio na minha mente na hora. Ele morreu ali. A única coisa que ouvi dele foi o pedido de socorro. E ele ouviu que eu também havia sido baleado.

R7 – Você se lembra da última coisa que o Marcelo falou para você?

AA – Ele falou: “Cigano, chama o Samu para mim, me socorre, por favor, porque estou baleado. Eu pulei e tomei o tiro. Eu falei: “Também estou baleado, irmão”. Comecei a conversar com ele, mas ele já estava agonizando. Em questão de poucos minutos…
R7 – O que passou pela sua cabeça na hora?

AA – Passaram 1 milhão de coisas. Tamanha covardia. Por que tirar a vida de um cidadão, sem reação nenhuma, um pai de família, que está trabalhando? Ele estava fazendo a última viagem.

R7 – É verdade que os motoristas das linhas que atuam na região trabalham com insegurança?

AA – Está difícil. Sem querer condenar ou criticar, a gente não tem segurança nenhuma. É difícil demais. A gente está atendendo a sociedade e se sente um alvo, sem segurança. Tem colega desistindo de trabalhar.

R7 – E você? Pensa em voltar?

AA – Eu não consigo…[chora]. Eu não me vejo trabalhando…Eu não sei. Só Deus vai me dizer o que eu posso estar fazendo [sic]. É difícil. Eu nasci de novo. Foi Deus que pôs a mão quando levantei para ajudar o colega e a bala só pegou na minha coxa.

Fonte: Gospel+

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“Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o SENHOR”. Isaías 55:8

Quem não já falou a si mesmo (ou murmurou) dizendo que nada dá certo?

O livro de Rute fala  de uma família assim:  a família de Noemi.

Havia fome nas terras de Juda; Noemi,  seu marido e seus dois filhos mudam-se para as terras de Moab, hoje Jordânia. (aliás, um lugar que vale a pena conhecer).

Seus dois filhos casam-se com “mulheres estranhas”  Moabitas.  Seu marido e seus 2 filhos morrem .Viuva,  pobre, sem ninguém que a sustente, mais uma vez frustrada e desolada,  dispensa suas duas noras para que retornem aos seus lares paternos e fala para elas  que voltará para Bélem em Judá , mais miserável do que saiu.

Rute porém,  uma das noras,  não a abandona e diz que vai  acompanhá-la e que seguirá seu Deus ,  apesar de frustrada por não ter tido filhos.  As duas, voltando a Belém, praticamente esmolam  para viver , colhendo as espigas de milho que sobram da colheita caídas ao solo.

Duas mulheres frustradas em que o tempo passou  e não abriu uma oportunidade na vida para elas. Uma derrotada e outra esperançosa  de que Deus não há de desampará-las, sempre no tempo Dele .  O nosso tempo ,  “cronos” ,  nunca  é  o mesmo  que o tempo de Deus: “kairós” .

Quando já estavam   desesperançadas, Noemi  conhece Boaz  e vocês já sabem do ocorrido pela mensagem anterior. (se não viram, vejam.)

Declara Boaz antes de seu casamento: 

“ Agora, pois, minha filha, não temas; tudo quanto disseste te farei, pois toda a cidade do meu povo sabe que és mulher virtuosa”. Rute 3:11
Deus  sempre tem  um plano, um pensamento,  um caminho diferente do que imaginamos e com certeza são bem mais altos e melhores que o nosso.

Tirou Noemi de sua zona de conforto,  levou- a para longe de sua terra ,  fez seu filho conhecer uma mulher não israelita, e  a trouxe  de volta  alquebrada junto com sua nora , para que esta  gerasse  a dinastia que deu origem a Davi e posteriormente a Jesus Cristo.

Para isso só foi preciso separar uma mulher virtuosa ou valorosa.

Deus tem um propósito na sua vida, nas dificuldades que  possa passar  e conta com essa mulher virtuosa  que há  dentro de você, para executar  Seu plano em você!

 Você já liberou a mulher virtuosa que há em você ? Está pronta para seu companheiro e cooperar com Ele?

Ricardo Rafael -Diretor
Terra Santa Operadora de Israel