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quinta-feira, 2 de abril de 2015

QUATRO COISAS QUE DEVEMOS PEDIR PARA DEUS

Introdução
"Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites' (Tg 4.3)
O que de mais importante podemos pedir a Deus? De maneira geral, quando pedimos algo a Deus, é dentro de um contexto que engloba nossas necessidades pessoais.


I. Alguns elementos importantes que devemos pedir a Deus

1.1 — A SABEDORIA
Em 1 Reis 3.9, Salomão pediu sabedoria a Deus, e isso pareceu bom aos olhos do Senhor. Por isso, o Senhor lhe acrescentou riquezas, como consta no versículo 13. A sabedoria é um grande conhecimento inspirado por Deus, que dá liberalmente e não o lança em rosto (Tg1.5 — ver também Tg 1.6). Mas por que precisamos de sabedoria?
1.1.1 — Para governar bem a família (1 Tm 3.4)
1.1.2 — Para discernir entre o certo e o errado (Hb 5.14)
1.1.3 — Para estabelecer bons relacionamentos (Fp 2.4)
1.1.4 — Para saber viver (Fp 4.12)

1.2—A UNÇÃO
Nós temos o Espírito Santo em nossa vida e sabemos tudo (1 J0 2.20), mas temos de entender a interpretação desse texto, usando a hermenêutica e a exegese — ciências aplicadas a estudar a interpretação de textos religiosos e o estabelecimento de contextos.
Nessa passagem, João está falando que nós, que aceitamos Jesus como Salvador, temos o Espírito Santo para nos revelar a verdade do evangelho. Além disso, precisamos de sabedoria para:
1.2.1 — Enfrentarmos o inimigo com intrepidez (Tg 4.7)
1.2.2 — Agirmos no sobrenatural (Mc 16.17)
1.2.3 — Termos autoridade para pregar (Mt 28.9,10)

Nota cultural
O apóstolo João falou que nós temos a unção dos santos e sabemos tudo para contestar o ensino do gnosticismo — o conhecimento por revelação —, na época muito praticado pelo povo. Biblicamente, a unção se refere à autoridade e ao poder de Deus sobre nossa vida. Essa foi a unção dada a Davi quando foi ungido rei de Israel (1 Sm 16.13), a porção dobrada que Eliseu pediu a Elias (2 Rs 2.9) e a ousadia da Igreja para pregar (At 4.29-31).

1.3 — A VONTADE DE DEUS PARA NOSSA VIDA
Jesus disse: Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no céu (Mt 6.1Db).
Não existe melhor lugar para estarmos do que no centro da vontade de
Deus. Porque:
1.3.1 — Precisamos entender que Deus é Pai (Mt 7.9-11)
1.3.2 — Muitas vezes não sabemos como pedir (Rrn 8.26)
1.3.3 — Ele nos dá além do que pedimos (Ef 3.20)
1.3.4 — Ele tem a resposta para a nossa vida (1 J0 5.14)

1.4 — O PERDÃO
Devemos confessar os nossos pecados (1 Jo 1.9) com coração quebrantado
e contrito (Si 51.17), e arrepender-nos de nossos erros. Jesus nos ensinou
a pedir perdão (Mt 6.12), pois quando o pedimos:
1.4.1 — Reconhecemos os nossos pecados (Rm 7.19)
1.4.2 — O nosso pecado é removido por Cristo (Hb 9.28)
1.4.3 — Construímos um relacionamento com Deus (Tg 4.8)

II. ALGUNS ASPECTOS QUE ENVOLVEM A NOSSA PETIÇÃO A DEUS

2.1 —Exercitar a fé
Devemos crer que o Senhor tem poder para responder a nossa oração. A
Bíblia diz: E tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis (Mt 2 1.22).
2.2 — Pedir em nome de Jesus
O Senhor Jesus Cristo disse: E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei,
para que o Pai seja glorificado no Filho (Jo 14.13).
2.3 — Derramar o coração
Não devemos esconder nada na oração. A Bíblia diz: Não estejais inquietos
por coisa alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de
Deus, pela oração e súplicas, com ação de graças (Fp 4.6).
2.3.1 — A oração é um nível de autoridade (Mt 6.6)
2.3.2 — Suplicar é insistir; persistir (Ef 6.18)
2.3.3 — Render graças é agradecer a Deus por tudo (Ef 5.20)
2.4 — Ter objetividade
Jesus ensinou o Pai-nosso porque a oração dos discípulos não tinha objetividade (Mt 6.9-13).

Conclusão

Devemos pedir em oração com fé de que Deus nos responderá, porém, antes, devemos aprender a pedir perdão e a perdoar. Devemos demonstrar mudança de vida por meio de nossas atitudes, então Deus responderá as nossas orações e nos abençoará.

Fonte: Artigos Gospel

quarta-feira, 1 de abril de 2015

O domínio dos evangélicos na política brasileira

Segmento religioso elegeu 78 parlamentares, tem a presidência da Câmara, influencia nas comissões técnicas e segue em busca de mais espaço.

A ala de deputados e senadores que unem política e religião elegeu, em 2014, um número recorde de 78 representantes, conquistou a presidência da Câmara pela primeira vez e busca outros postos-chave em Brasília a fim de ampliar seu nível de influência. Entre as prioridades do grupo estão a limitação a reivindicações do movimento gay e o combate à flexibilização das leis sobre drogas e aborto.

Os 75 deputados evangélicos identificados pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), aos quais se unem três senadores, superam bancadas importantes da Câmara, como a sindical ou a feminina, com 51 integrantes cada uma. Mas, para deixar o parlamento à sua imagem e semelhança, os religiosos também miram em postos-chave no Congresso.
O principal nome do grupo, hoje, é o recém-eleito presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ). Fiel da Assembleia de Deus, teve entre seus cabos eleitorais outros representantes do rebanho evangélico como o deputado Sóstenes Cavalcante (PSD/RJ) – braço político do pastor Silas Malafaia em Brasília. À frente da Câmara, Cunha desarquivou projetos como o que cria o Dia do Orgulho Heterossexual e prometeu não colocar em pauta proposições que facilitem o aborto “nem que a vaca tussa”.

Ainda estão em disputa outros cargos que podem facilitar a aprovação de propostas adotadas pela bancada, como a definição de família que exclui casais gays, e barrar iniciativas como a legalização da maconha e a criminalização da homofobia. Um dos postos visados é a chefia da comunicação da Câmara, até hoje ocupada por servidores de carreira. O nome mais cotado para assumir a função é o do deputado maranhense Cleber Verde, membro da bancada evangélica pelo PRB – partido ligado à Igreja Universal. Embora o cargo não interfira na tramitação de projetos, é relevante por definir como a Câmara divulga discussões polêmicas à sociedade. “Ao colocar um político evangélico no comando da comunicação, se compromete o caráter laico da casa”, reclama a deputada Érika Kokay (PT/DF).

A frente religiosa também disputará o comando da bancada feminina da Câmara. Uma das cotadas é presbiteriana Clarissa Garotinho (PR/RJ), filha do ex-governador do Rio Anthony Garotinho. Ela obteve a segunda maior votação entre os deputados evangélicos, com 335 mil eleitores, atrás apenas de Marco Feliciano (PSC/SP). Como o grupo feminino faz articulações políticas a respeito de temas como aborto, a presidência do grupo tem importância estratégica.

Cargos em comissões, como a de Constituição e Justiça, Seguridade Social e Família e de Direitos Humanos e Minorias, também deverão ser buscados pela bancada, já que projetos envolvendo questões de família, direito reprodutivo e outros temas considerados prioritários passam por elas antes de ir a plenário.

“Há uma maior busca por visibilidade e espaço político relevante como uma reação a avanços recentes em áreas como moral sexual e direitos de homossexuais e minorias”, avalia a doutora em Ciências da Comunicação Magali do Nascimento Cunha, professora da Universidade Metodista de São Paulo e especialista na área de mídia, religião e política.

Um dos gaúchos evangélicos, o deputado Ronaldo Nogueira (PTB) afirma que a meta do grupo é defender a Constituição: “O compromisso da bancada é zelar pela democracia e pela Constituição. Gays podem viver juntos, mas casal só é formado por homem e mulher.

Os parlamentares evangélicos contam com uma rede de bispos, pastores e fiéis alinhados com a visão de mundo de suas igrejas e dispostos a ocupar espaços cada vez mais importantes em Brasília a fim de fazer frente ao setor mais progressista do Congresso, representado por nomes como os deputados Jean Wyllys (PSol/RJ) e Érika Kokay (PT/DF), defensores de causas ligadas a homossexuais, minorias e flexibilização de leis envolvendo drogas e aborto.

Dos deputados goianos, apenas João Campos e Fábio Sousa

Goiás tem três senadores e 17 deputados federais.

Apenas João Campos e Fábio Sousa, ambos do PSDB e pastores, integram a Frente Parlamentar Evangélica no Congresso Nacional. Campos é pastor da Assembleia de Deus e Sousa da Fonte da Vida.

A Frente Parlamentar Evangélica deve organizar, este ano, um Congresso em Brasília (DF) para reunir todos os políticos evangélicos com mandato. A intenção é que prefeitos, vereadores, deputados e senadores participem do encontro. A informação vem à tona após a eleição do novo presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado goiano João Campos (PSDB).

Campos, que ficou nacionalmente conhecido por ser autor do projeto de lei apelidado como “cura gay”, sucede o assembleiano Paulo Freire (PR-SP). O polêmico projeto previa a derrubada da proibição do Conselho Federal de Psicologia (CFP) aos profissionais da área de prestarem atendimento a homossexuais que buscassem ajuda para mudar sua orientação sexual. Atualmente, o código do CFP não permite que os psicólogos ofereçam ajuda nesses casos, apenas em situações inversas.

O intenção de João Campos é mobilizar esses parlamentares na luta pela aprovação do Estatuto do Nascituro, projeto que foi apelidado por ativistas pró- aborto de “bolsa-estupro”. E justifica: “Se aprovar o Estatuto do Nascituro, acabou o debate sobre o aborto”, disse Campos, que é opositor às propostas de legalização do aborto. O projeto estabelece garantias legais ao bebê em gestação e a embriões congelados, além de oferecer assistência financeira a gestantes que tenham sido vítimas de estupro e que decidam levar sua gravidez adiante ao invés de abortar.

Outra proposta que receberá o empenho da bancada evangélica é a PEC 99/2011, que, se aprovada, permitirá que entidades religiosas de âmbito nacional, como, por exemplo, a Convenção Batista Brasileira (CBB) ou a Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB), possam entrar com ações no Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar e pedir declaração de inconstitucionalidade para leis que firam princípios de liberdade de expressão, fé e culto, entre outros casos. A PEC 99/2011já foi aprovada já pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal.

O deputado Fábio Sousa diz que apoia os projetos defendidos pelo segmento evangélico no Congresso Nacional, mas adianta que não se limitará às bandeiras da Frente. “Quero ser fiel aos princípios que tenho e que se coincidem com os da Frente Parlamentar Evangélica, mas pretendo ter uma atuação mais abrangente no Parlamento”.

Fábio Sousa sustenta que pretende participar de debates no Congresso Nacional sobre o agronegócio, ciência e tecnologia, combate às drogas, educação e segurança pública. “O País precisa de reformas em diversas áreas e pretendo participar dessa discussão. Não se pode limitar a atuação parlamentar a apenas temas religiosos, pois se torna necessário o amplo debate, em favor do conjunto da sociedade brasileira.”

Saiba como a bancada evangélica pode mudar a vida do cidadão

Com vigor reforçado pela eleição de 78 parlamentares, incluindo o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ), a bancada evangélica no Congresso deve aumentar a pressão para aprovar projetos de interesse do grupo e barrar outros.

Várias das propostas podem ter impacto considerável no dia a dia dos brasileiros, como o chamado Estatuto da Família. O texto em discussão estabelece que um casal pode ser formado apenas por homem e mulher, dificultando o reconhecimento das uniões entre gays e até o direito à adoção de crianças.

Outro projeto procura alterar o ensino prestado em todas as escolas públicas e privadas do País para incluir a doutrina criacionista nas aulas (segundo a qual Deus criou a vida e todas as espécies), e assim disputar espaço com a teoria da evolução (segundo a qual todo ser vivo descende de um ancestral comum). Outro foco da bancada envolve o combate a qualquer proposta que procure legalizar o acesso a drogas ou a realização do aborto.

Cultos no plenário das comissões

“O Senhor disse que aqueles que querem viver piedosamente serão perseguidos. Estamos vivendo um ensaio daquilo que ainda virá com mais intensidade contra os cristãos”. Assim se expressam os deputados-pastores, principalmente em reuniões no plenário das comissões da Câmara Federal.

A presença de evangélicos na política – assim como a de católicos ou espíritas – não é novidade. Partidos de inspiração cristã existem em países como Suíça, Inglaterra e Holanda sem que isso signifique qualquer ameaça à democracia. A mulher mais poderosa da Europa, a primeira-ministra alemã, Angela Merkel, pertence à tradicional União Democrata-Cristã.
A Alemanha tem como presidente Joachim Gauck, um conhecido pastor luterano. O maior partido do Parlamento Europeu, o European People’s Party, é composto fundamentalmente por democratas-cristãos.

Fonte: Folha Gospel


Páscoa na Terra Santa

Não há nada como vivenciar a Semana Santa em Jerusalém. Celebrando os melhores momentos da história da salvação e a vida de Jesus nos muitos locais em que eles aconteceram é uma experiência inesquecivel de fé para os cristãos. Na Páscoa e a Semana Santa, Jerusalém fica lotada de peregrinos de todas as partes do mundo. Para Ortodoxos e Católicos, celebrações acontecem na Igreja do Santo Sepulcro, onde seis pontos históricos marcaram a crucificação, sepultamento e resurreição de Jesus desde o século IV d.C.
No Domingo de Ramos (29 de março), mais de mil peregrinos católicos e protestantes descem o Monte das Oliveiras cantando hinos de louvor e com ramos de palmeiras, reencenando a Entrada Triunfal de Jesus em Jerusalém. A procissão acontece no período da tarde, iniciando-se na Igreja de Betfagé na encosta oriental do Monte das Oliveiras e segue descendo para Getsêmani e terminando na Cidade Velha na Igreja de Sant’Ana.
Os ortodoxos seguem o Patriarca, com ramos de palmeiras, em uma colorida procissão para a Igreja do Santo Sepulcro e retornam ao Patriarcado. Outras procissões dos católicos armênios, coptas e sírios também acontecem dentro da Igreja do Santo Sepulcro.
Outro destaque é a Quinta-feira Santa (2 de abril), quando os fieis comemoram a Última Ceia e a cerimônia do Lava-Pés dos apóstolos por Jesus e as últimas horas de Cristo antes de sua prisão no Getsêmani. O Patriarcado Latino lava os pés de seus sacerdotes imitando Jesus na Igreja do Santo Sepulcro, o guardião dos Lugares Santos na Sala da Última Ceia e, mais tarde, na Igreja de São Salvador. Na parte da tarde, uma oração católica curta em várias línguas acontece no Cenáculo, enquanto os anglicanos, luteranos e protestantes realizam uma proscissão da Catedral de São Jorge para a Igreja da Redenção e Igreja do Cristo, terminando no Getsêmani.
Na Hora Santa, uma leitura em várias línguas acontece na Basílica da Agonia no Getsêmani, com uma procissão à luz de velas do Getsêmani para Monte Sião (católicos). A Igreja de São Pedro em Gallicantu permanece aberta aos fiéis durante a maior parte da noite. Os ortodoxos comemoram com uma cerimônia de lavagem dos pés no pátio do Santo Sepulcro e nas respectivas igrejas na Cidade Velha.
Na Sexta-feira Santa (3 de abril), o dia em que Jesus foi crucificado e sepultado, uma procissão de milhares de cruzes é liderada pelo Patriarca, o guardião dos Lugares Santos e outros grupos independentes marcam as estações da Via Sacra ao longo da Via Dolorosa em Jerusalém na Cidade Velha para o Calvário na Igreja do Santo Sepulcro.
À noite, a procissão do enterro é realizado no Santo Sepulcro (católicos), nas igrejas da Cidade Velha e no Túmulo do Jardim em Jerusalém (protestantes), onde as orações também são realizadas em Inglês.
No Santo Sábado ou Grande Sábado (4 de abril), Cristãos Ortodoxos celebram a Cerimônia do Fogo Sagrado, quando milhares de pessoas reúnem-se dentro e fora da Igreja do Santo Sepulcro para aguardar o milagroso acendimento da vela do Patriarca, transmitido para o mundo todo. Além disso, a luz é trazida aos países ortodoxos por um voo especial.
No domingo de Páscoa (5 de abril), quando os fiéis celebram a ressurreição de Jesus, o Patriarca Latino lidera uma procissão até a Igreja do Santo Sepulcro para a leitura multi-lingual do Evangelho da Ressurreição e da celebração de Missas de Páscoa. Para os luteranos, o Eucaristia do dia da Páscoa acontece no Monte das Oliveiras atrás da Igreja Augusta Victoria e protestantes podem participar das cerimônias de Páscoa em Inglês no Jardim da Tumba e em várias igrejas protestantes em Jerusalém.
As denominações ortodoxas celebram o Domingo de Páscoa à partir de meia-noite de sábado com uma procissão Patriarcal para a Igreja do Santo Sepulcro e celebrações da Liturgia Divina Pascal das igrejas ortodoxas da Cidade Velha.
Na segunda-feira de Páscoa, (06 de abril), as celebrações deslocam-se para Emaús, para celebrar o Jesus ressuscitado aparecendo diante de dois dos seus discípulos e dividindo o pão com eles em Emaús, fora de Jerusalém. Há uma discussão sobre a localização exata de Emaús, próximo a Latrun, Abu Ghosh e al-Qubeibeh (oeste e noroeste de Jerusalém). Missas solenes são realizadas em vários locais, presidida pelo Patriarca Latino (Emmaus perto de Latrun) e pelo Custódio Franciscano (Emmaus em al-Qubeibeh). Muitos monges camimham 30 km de Jerusalém para Emaús-Latrun para participar na missa da tarde, celebrada nas ruínas da Igreja Crusader.

Fonte: Pletz